🙏🏻 Afirmação para os próximos dias

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“Eu amo a minha companhia. Encontro em mim acolhimento e alegria. Escolho compartilhar minha vida com alguém que me ama da mesma forma que eu mesma me amo”.

Louise Hay nos ensinou a importância de construir uma relação amorosa com nós mesmas. A forma como nos tratamos influencia o que aceitamos, o que esperamos do outro e como nos posicionamos nos relacionamentos.

Quando você reconhece o próprio valor e aprende a cuidar das suas necessidades emocionais, ganha mais liberdade para escolher com quem deseja compartilhar a vida.

O autoamor fortalece a sua capacidade de manifestar relacionamentos mais saudáveis, porque transforma a forma como você se enxerga e aquilo que acredita merecer.

Um momento para você refletir

Me conta uma coisa: você gosta de estar na sua própria companhia?

Você consegue sair para almoçar sozinha, ir ao cinema, passear ou passar uma noite em casa sem sentir que está faltando alguma coisa porque não tem alguém ao seu lado?

Essa pergunta pode revelar muito da sua relação com você mesma e da sua capacidade de manifestar situações na sua vida.

Quando estar sozinha parece insuportável, é comum começar a procurar alguém que alivie esse desconforto. Você pode aceitar relações que não te fazem bem, tolerar comportamentos que te machucam ou deixar suas próprias vontades de lado para evitar que a outra pessoa vá embora.

Aos poucos, o relacionamento passa a ocupar um lugar muito grande na sua vida. Seu humor depende da atenção que recebe, sua segurança depende da presença do outro e suas escolhas começam a girar em torno da possibilidade de perder aquela pessoa.

E perceba como isso se conecta à manifestação: quando você acredita que precisa de alguém para se sentir amada, pode acabar alimentando pensamentos de carência. Esse pensamento influencia as relações que aceita e as experiências que escolhe manter.

É assim que o medo de ficar sozinha pode fazer você se abandonar para manter alguém por perto, mesmo quando deseja manifestar um relacionamento leve e cheio de amor.

Cultivar o autoamor muda essa dinâmica. Você aprende a reconhecer suas necessidades, respeitar seus limites e encontrar prazer na própria vida. Fortalece a crença de que merece ser amada e passa a fazer escolhas mais coerentes com essa verdade.

Quando duas pessoas constroem essa relação consigo mesmas, podem escolher estar juntas sem transformar o amor em uma obrigação de preencher todos os vazios. Cada uma chega com sua própria história e com a liberdade de construir uma vida compartilhada.

Você pode amar a companhia de alguém e também amar a sua. Pode desejar construir uma vida a dois sem deixar de lado a mulher que você é.

E quero te deixar uma pergunta: você está alimentando pensamentos e crenças que te aproximam do relacionamento que deseja manifestar ou continua agindo a partir do medo de ficar sozinha?

PRÁTICA DA SEMANA

Vamos além da teoria!

Nesta semana, marque um encontro com você mesma.

Pode ser um almoço, um café, um passeio ou um filme que você queira assistir. Escolha algo de que realmente goste e permita-se aproveitar esse momento. Depois, observe: como você se sente na sua própria companhia?

Essa percepção pode te ajudar a reconhecer o que deseja fortalecer na sua relação com você mesma e, consequentemente, o que você está manifestando nos seus relacionamentos.

Destaques

  • 27/11 a 06/12: Dupla Formação do Método Louise Hay. ÚLTIMA TURMA DO ANO. Saiba mais.

Toda semana

  • Terça, às 08h: Novo conteúdo no LinkedIn.

  • Quarta, às 08h: Quarta do Autoamor nos Stories.

  • Sexta, às 07h07: Newsletter da Rê.

  • Domingo, às 20h: Novo vídeo no Youtube.

Aprendendo a lidar com suas emoções

Você já sentiu alguma emoção da qual não se orgulha? Às vezes, além de lidar com o que sente, você ainda se castiga por sentir. Por isso, liberei uma meditação que vai te ajudar a acolher essas emoções e aprender a lidar com elas com o amor que você merece. Ouça aqui.

Como a Louise Hay manifestava?

Publiquei um exercício que vai te ajudar a manifestar qualquer coisa em poucos passos se você aprender a praticá-lo da forma certa. Quer testar? Toque aqui no link e siga todos os passos pelos próximos dias, sem pular nenhum. Depois me conta o que aconteceu. Leia aqui.

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Sua infância impacta sua vida profissional

Você já percebeu que, em algumas situações, reage de um jeito que nem você mesma consegue explicar? Uma crítica no trabalho que parece muito maior do que deveria… Esse é o tipo de reação que pode ter raiz lá na sua infância. A Louise Hay falava sobre isso e eu expliquei em detalhes.

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