🙏🏻 Afirmação para os próximos dias

“Eu me liberto da necessidade de sofrer para ser vista, escolho me nutrir de amor e construo uma nova forma de me relacionar comigo e com a vida.”

Louise Hay ensinava que muitos dos nossos padrões emocionais vêm de necessidades não atendidas na infância. Ela explicava que, quando não nos sentimos amadas ou vistas, podemos desenvolver comportamentos inconscientes para tentar suprir isso, como se apegar ao sofrimento.

Para Louise, o caminho de cura começa quando reconhecemos esses padrões e escolhemos, conscientemente, seguir por um caminho diferente.

Um momento para você refletir

Algumas pessoas desenvolvem apego ao sofrimento. E eu sei que isso pode soar duro de ouvir, mas é importante a gente olhar pra isso com maturidade.

Esse apego não é consciente. Não é que você escolha sofrer. Mas, em algum momento da sua história, você pode ter aprendido que o sofrimento te traz alguma coisa. Pode ser atenção, pode ser cuidado, pode ser amor, pode ser acolhimento.

E aí, essa lógica fica registrada dentro de você. A sua criança interior, que lá atrás não teve suas necessidades emocionais atendidas da forma que precisava, continua viva. Ela entende que, pra ser vista, precisa estar mal. Que para receber carinho, precisa estar sofrendo.

Com o tempo, isso deixa de ser só um comportamento e começa a virar identidade. Você passa a se reconhecer nesse lugar de quem sofre, de quem carrega dor, de quem tem sempre algo ruim acontecendo.

E é aí que entra uma parte muito delicada: abrir mão disso dá medo. Mesmo sendo desconfortável, o sofrimento acaba funcionando como uma espécie de apoio emocional. É como se fosse uma bengala. Não é leve, não é gostoso, mas é conhecido.

Então, quando surge a possibilidade de se libertar disso, vem um vazio junto. Vem uma dúvida: quem eu vou ser sem essa dor?

E essa é uma das travessias mais importantes do autoamor. Parar de usar o sofrimento como forma de receber amor e começar, aos poucos, a construir isso dentro de você. Não é rápido, não é simples, mas é profundamente libertador.

Se você quer a minha ajuda, segurando a sua mão, para viver essa travessia, venha para a mentoria Você Pode Curar Sua Vida.

PRÁTICA DA SEMANA

Vamos praticar!

Essa semana, observa com mais atenção os momentos em que você se sente mais sensível ou com a sensação de que ninguém te vê ou te entende.

Quando isso acontecer, faça uma pergunta interna: o que eu estou precisando agora?

Pode ser acolhimento, descanso ou até mais carinho. Ao invés de esperar que isso venha de fora, experimenta oferecer um pouco disso pra você. Louise Hay sempre reforçou que a mudança começa quando você aprende a se dar aquilo que antes buscava nos outros.

Meditação para perdoar sua mãe e seu pai

Faça essa meditação se você sente que chegou o momento de olhar para a sua história com mais consciência e abrir espaço para o perdão. Muita gente se recusa a perdoar porque acha que perdoar é concordar com o que aconteceu, mesmo que seja algo horrível, mas a verdade é que perdoar é se libertar do peso emocional que te prende ao passado, e isso não tem nada a ver com desculpar uma ação ruim.

Destaques

  • 03 de maio, às 20h: Live no YouTube: Por que o dinheiro foge de você? A resposta da Louise Hay. Ative o lembrete.

  • 19 de junho: Dupla Formação do Método Louise Hay

Toda semana

  • Terça, às 08h: Novo conteúdo no LinkedIn.

  • Terça, às 20h: Vídeo novo no Youtube.

  • Quarta, às 08h: Quarta do Autoamor nos Stories.

  • Sexta, às 07h07: Newsletter da Rê.

  • Domingo, às 20h: Meditação nova no Youtube.

Esse é o perigo de reclamar demais

A forma como você se relaciona com a sua vida hoje está moldando o seu futuro. Nesse trecho de uma palestra, eu falo sobre um dos principais fatores pra sua prosperidade (ou falta de): o seu índice de gratidão e de reclamação.

Problemas na vida amorosa?

Tudo o que vivemos por fora é um reflexo do que vibramos por dentro. E assim é com a sua vida amorosa. Você atrai para a sua vida pessoas que tratam você da mesma forma com que você se trata. Se a sua vida amorosa não vai muito bem, leia o que a Louise Hay diria para uma mulher que vive sempre presa nos mesmos ciclos que se repetem ao longo dos anos.

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