🙏🏻 Afirmação para os próximos dias

“Eu me permito soltar a identificação com a dor, reconheço meu valor e escolho construir uma nova forma de me enxergar e viver.”

Louise Hay ensinava que aquilo que acreditamos a respeito de nós mesmas molda completamente a nossa experiência de vida. Quando uma crença se repete por muito tempo, ela passa a parecer verdade absoluta.

Para ela, mudar a forma como você se vê é um dos passos mais profundos de cura. Quando a autoimagem muda, a forma como você se posiciona e o que você atrai para a sua vida também muda.

Um momento para você refletir

Tem uma coisa que é difícil de ouvir, mas que muda tudo quando você entende.
Algumas pessoas se viciam bioquimicamente na posição de vítima e no sofrimento, assim como acontece com qualquer outro tipo de vício.

E isso cria um ciclo repetitivo. A pessoa passa a se alimentar de situações que reforçam a ideia de “eu sou vítima”, e sem perceber começa a atrair exatamente esse tipo de experiência.

Com o tempo, parece até que ela não se sente viva fora disso. Existe uma identificação tão forte com a dor que viver diferente soa estranho, quase como perder uma parte de si.

E é aqui que entra um ponto muito importante. Essa identificação não nasce do nada. Ela se forma na autoimagem, nesse “espelho interno” que você carrega, na forma como você aprendeu a se enxergar ao longo da vida.

Tem gente que, lá no fundo, acredita que veio ao mundo para sofrer. E enquanto essa for a verdade interna, a vida continua encontrando formas de confirmar isso.

O mais delicado é perceber que isso não tem relação com a essência de quem você é. Tem relação com a forma como você aprendeu a se ver.

E quando você começa a questionar essa identidade, algo muito profundo se abre. Você deixa de repetir automaticamente a mesma história e começa, aos poucos, a construir uma nova forma de existir.

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PRÁTICA DA SEMANA

Vamos além da teoria!

Nos próximos dias, preste atenção em como você se percebe nos momentos mais desafiadores.

Quando algo não sair como você gostaria, observa qual é o primeiro pensamento que vem. Se aparece algo como “sempre acontece comigo”, “minha vida é assim mesmo” ou “nada dá certo pra mim”.

Ao perceber esse padrão, faça uma pequena mudança. Ao invés de reforçar essa ideia, experimenta dizer para si mesma: “isso é um padrão antigo, eu posso escolher diferente”.

Louise Hay sempre reforçava que a repetição de novos pensamentos cria novas experiências. E é assim, pouco a pouco, que você começa a se desvincular de uma identidade que não precisa mais ser a sua.

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Um dos melhores alunos da Louise Hay

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